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sexta-feira, 14 de maio de 2010

A História das Coisas

Estava eu a navegar pela internet quando vejo um anúncio sobre um vídeo Intitulado de "O Nome das Coisas". Este vídeo muito interessante conta de uma forma leve e descontraida como o consumismo cresceu e ainda cresce modificando completamente nossas idéias e consequentemente nossas vidas. Se você quer fazer um UP nas suas atualizações ideológicas, assistir a esse vídeo será de grande relevância. (Podem deixar suas opiniões nos comentários)



sexta-feira, 7 de maio de 2010

Dia do silêncio


Hoje é comemorado mundialmente o dia do silêncio. É a primeira vez que leio ouço falar nesse dia. Devem levar isso a sério, pois fazem questão de silenciar até a própria data! (hehe) Em meio a tantos ruídos do cotidiano o silêncio tem sido algo cada vez mais escasso na vida de muitas pessoas, principalmente as que moram em regiões urbanas. O silêncio é algo inexplicável, pois silêncio de menos nos irrita e quando é demais também. Como se já não bastasse sermos escravos do tempo, agora teríamos mais este pedra no sapato? Parece que cada coisa que nos faz falta, quando conseguimos, acabamos exagerando na dosagem; como se fôssemos suprir essa necessidade de uma só vez. Cada pessoa possui uma consideração sobre o silêncio.

A Voz Do Silêncio(Poema de Martha Medeiros)

"Pior do que a voz que cala,
é um silêncio que fala.

Simples, rápido! E quanta força!

Imediatamente me veio à cabeça situações
em que o silêncio me disse verdades terríveis,
pois você sabe, o silêncio não é dado a amenidades.
Um telefone mudo. Um e-mail que não chega.
Um encontro onde nenhum dos dois abre a boca.

Silêncios que falam sobre desinteresse,
esquecimento, recusas.

Quantas coisas são ditas na quietude,
depois de uma discussão.
O perdão não vem, nem um beijo,
nem uma gargalhada
para acabar com o clima de tensão.

Só ele permanece imutável,
o silêncio, a ante-sala do fim.

É mil vezes preferível uma voz que diga coisas
que a gente não quer ouvir,
pois ao menos as palavras que são ditas
indicam uma tentativa de entendimento.

Cordas vocais em funcionamento
articulam argumentos,
expõem suas queixas, jogam limpo.
Já o silêncio arquiteta planos
que não são compartilhados.
Quando nada é dito, nada fica combinado.

Quantas vezes, numa discussão histérica,
ouvimos um dos dois gritar:
"Diz alguma coisa, mas não fica
aí parado me olhando!"

É o silêncio de um, mandando más notícias
para o desespero do outro.

É claro que há muitas situações
em que o silêncio é bem-vindo.
Para um cara que trabalha
com uma britadeira na rua,
o silêncio é um bálsamo.
Para a professora de uma creche,
o silêncio é um presente.
Para os seguranças de um show de rock,
o silêncio é um sonho.

Mesmo no amor,
quando a relação é sólida e madura,
o silêncio a dois não incomoda,
pois é o silêncio da paz.

O único silêncio que perturba,
é aquele que fala.

E fala alto.

É quando ninguém bate à nossa porta,
não há emails na caixa de entrada
não há recados na secretária eletrônica
e mesmo assim, você entende a mensagem."

Porque não fazer um minuto de silêncio hoje e refletir um pouco? Começando agora .............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................(...)

sexta-feira, 19 de março de 2010

Fortuna e o mendigo

Um dia, um mendigo esfarrapado estava se arrastando de casa em casa, carregando uma malinha velha; em cada porta, pedia alguns centavos para comprar comida. Queixava-se da vida, imaginando por que as pessoas que tinham bastante dinheiro nunca estavam satisfeitas, sempre querendo mais.

- Por exemplo, o dono desta casa - disse - , eu o conheço muito bem. Sempre foi bem nos negócios e, há muito tempo, ficou imensamente rico. Pena que não teve a sabedoria de parar por ali. Podia Ter transferido os negócios a outra pessoa e passado o resto da vida descansando. Mas, em vez disso, o que foi que ele fez? Resolveu construir navios, enviando-os para comerciar com países estrangeiros. Pensou que ia ganhar montanhas em ouro.

"Mas caíram fortes tempestades; os navios naufragaram e toda a sua riqueza foi engolida pelas ondas. Agora, todas as suas esperanças jazem no fundo do mar, e sua grande riqueza desapareceu, como se acordasse de um sonho."

"Há muitos casos como esse. Os homens nunca ficam satisfeitos enquanto não conseguem ganhar o mundo inteiro!"

"Quanto a mim, se tivesse o suficiente para comer e me vestir, não ia querer mais nada!"

Nesse momento, a Fortuna veio descendo a rua e parou quando viu o mendigo. Disse-lhe:

- Escute! Há muito tempo venho querendo ajudá-lo. Segure sua malinha enquanto eu despejo umas moedas de ouro nela. Mas só faço isso com uma condição: o que ficar na malinha será ouro puro, mas o que cair no chão vai virar poeira. Está compreendendo?

- Sim, sim, claro que compreendo - disse o mendigo.

- Então tome cuidado - disse a fortuna. - Sua malinha está velha, é melhor não a encher muito.

O mendigo estava tão contente que mal podia esperar. Abriu rapidamente a malinha e uma torrente de moedas de ouro foi despejada ali dentro. Logo, a malinha foi ficando muito pesada.

- Já é o bastante? - perguntou a Fortuna.

- Ainda não.

- Mas ela já não está rachando?

- Que nada!

As mãos do mendigo começaram a tremer. Ah, se a torrente de ouro pudesse fluir para sempre!

- Agora você já é o homem mais rico do mundo!

- Só maios um pouquinho - disse o mendigo. - Só mais uns punhados.

- Pronto, já está cheia. Essa malinha vai explodir!

- Mas ainda agüenta um pouquinho, só mais um pouquinho!

Caiu mais uma moeda - e a malinha estourou. O tesouro caiu ao chão e virou poeira. A Fortuna havia desvanecido. Agora, o mendigo só tinha mesmo a malinha vazia, ainda por cima rasgada de alto abaixo. Estava mais pobre do que antes.

Do livro: O Livro das Virtudes II - O Compasso Moral
William J. Bennett - Editora Nova Fronteira








sábado, 23 de janeiro de 2010

A Mulher do Palito

Desde quando me entendo por gente, sou vigiado por uma mulher de duas caras. Por muito tempo tentei decifrar o porquê daquele olhar fixo e intrigante. Quando uma face estava virada, me olhava com a oposta. Se ainda não sabe quem é, vou dizer agora. Leia o título deste texto. A dita cuja Mulher do Palito. Para alguns, inofensiva. Para mim, IRRITANTE. Como pode um simples desenho causar tanta repulsa assim? Se quiserem saber a resposta, eu não sou a pessoas correta para lhes responder. Devem estar se perguntando se eu tinha ou ainda tenho medo dela. Afirmo com toda a certeza que não. Apenas me sinto com falta de privacidade. Ela parece estar na maioria dos lugares. Na mesa, quando faço o desjejum. Na hora do almoço. No lanche da tarde. No jantar. Até mesmo me inspeciona nas lanchonetes. No supermercado é onde se organizam nas prateleiras, formando um numeroso e incontável exército de Ginas. O pior de tudo é que elas não atacam. Não fazem nada além de te olhar. São somente caixas de palitos de dente com um rosto de mulher estampado em ambos os lados. Parece que a solução vai ser continuar a esconder as caixinhas como sempre fiz. Tem coisas que acontecem em nossa vida que parecem não ter uma explicação convincente. Nem sempre entenderemos a razão de tudo pelo qual passamos, mas sempre acharemos um jeito para conviver com esses detalhes.                        


quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Delivery

Surpreendente.



sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O Diamante





O diamante é uma pedra formada por um simples componente: o carbono. Com sua simples composição, a diferença entre o diamante e o grafite está na sua estrutura.
O diamante é transparente, claro, brilhante. Considerado um objeto de grande valor. Quando é extraído por meio do garimpo, sua aparência é grosseira, não possui beleza. Para adquirir valor, é preciso se livrar de sua crosta rustica atravez da ladidação. Quantos mais faces o diamante possuir, maior será o seu brilho. Somente depois desse processo, seu valor irá ser finalmente reconhecido. É tão forte e maciço que somente outro diamante poderá cortá-lo. É usado na fabricação de jóias e objetos de valor.
O grafite por sua vez não tem sua estrutura tão resistente. É frágil, escuro, de pouco valor. É usado na fabricação de lápis e suas marcar podem ser apagadas.
Qual você sería? Um diamante ou um grafite?


quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Insatisfação sem fim



Parecemos sempre estarmos descontentes com algo. Quando está fazendo aquele calorão, nos dispomos a fazer até mesmo a “dança da chuva” para conseguir o desejado. Já quando chove o “bicho papão” já não é o calor, e sim a chuva (aquela que tanto pedimos anteriormente). Sempre haverá alguma coisa que poremos defeito. “A comida está ruim”, “Só tem arroz com feijão”,  “Não gostei disso” , “Não gostei daquilo”. Isso também ocorre com pessoas. “Não fui com a cara dele!”,  “Ela não presta”. Infelizmente parece ter crescido o número de observadores da lei de Murphy nos dias de hoje. Há um grande esforço em arruinar até mesmo com o que está bom. Sendo assim, os pessimistas irão dominar o mundo? Há quem pense isso, mas até o pessimista tem que ser otimista para as coisas não darem certo.
Menino Luxento    (Poesia infantil de autor desconhecido)

Menino luxento,
Você quer empada?
-Não, mamãezinha,
Está muito salgada.

Menino luxento,
Você quer assado?
-Não, mamãezinha,
Está muito tostado.

Menino luxento,
Você quer salada?
-Não, mamãezinha,
Está muito aguada.

Menino luxento,
Você quer pudim?
-Não, mamãezinha,
Está muito ruim.

Menino luxento,
Você não quer nada?
Menino luxento,
Pois tome palmada.


Sempre haverá o ruim, mais por que aumentá-lo? Em vez disso, agradeça à Deus pelas coisas que acontecem. As reclamações podem nos levar ao “nada” ou até mesmo ao pior. Por isso eu lhes digo sem medo: “CUIDADO!”

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